
No dia vinte e quatro de novembro, quando nos preparávamos para o natal, eu me surpreendi. Susan veio até mim e me contou que Beny passaria o natal na casa dela. Perguntei se os pais dele tinham permitido e ela respondeu que sim. Era minha chance. Beny passaria o natal perto de mim também. Fiquei contente. Conclui que nós passaríamos o natal todos juntos. Mamãe, tia Gilda, Susan, Beny e eu, ao redor da ceia, olhando a árvore a piscar, comendo, bebendo, rindo, refletindo, se abraçando, se beijando e de repente lembrei. E os presentes? Eu já havia comprado presentes para minha mãe, tia Gilda e para Susan, mas para o Beny ainda não. E nem daria tempo. Pensei em alguma solução. Não seria tão mau assim esquecer-se de presentear alguém que mal conheço. Por outro lado seria mau dar presentes para todos e excluir Beny. Ele receberia presentes de Susan apenas. Enquanto eu previa receber presentes de Susan, mamãe e tia Gilda. Três presentes para mim. Apenas um ao Beny. Eu precisava fazer alguma coisa para mudar esse quadro. Resolvi ir até o centro comprar algo. Ainda tinha tempo. Eu tinha duas horas para isso. Chegando ao centro da cidade fui correndo para uma loja de roupas muito conhecida. Olhei bastante e escolhi. Acho que foi o melhor presente que comprei. Uma camisa linda e uma bermuda da moda. Escolhi também um papel de presentes inovador, que chamasse bem a atenção. Fechei com um laço dourado, enfiei na sacola e fui embora. Estava me sentindo bem. Sentia um alívio. Susan talvez não gostasse, mas eu o presentearia sim. E daria um forte abraço, mesmo que ele achasse estranho. Se ele não me presenteasse, não teria problema. Minha felicidade estava em saber que ele agora podia me ter no seu coração.
Vinte e duas horas. O natal se aproximava. Todos nós na casa da tia Gilda. A mesa não era muito grande, mas todos couberam muito bem nela. Mesa retangular. De um lado, eu e Susan, do outro, mamãe e tia Gilda. Em uma das pontas estava Beny bem quieto. A outra ponta estava vazia. Eu imaginava que papai estava ali. Fernando, pai de Susan, não a assumiu e sumiu. Susan não o conhecia. Tia Gilda não se importava onde ele estava. Susan também não. Todos comiam. Susan falava besteira e todos riam. Depois todos voltavam a comer. E o silencia vinha. Eu olhava Beny e sorria. Beny olhava para Susan e sorria. Todos sorriam. Natal combina com sorrisos. Até que chegou o grande momento daquela noite. Era quase meia-noite e estávamos na sala vendo televisão. Cada um pegou os presentes que havia comprado e percebi que eu era quem segurava o número maior de presentes. Todos ficaram surpresos comigo. E começou o troca-troca.
- Este presente vai para minha filha linda e maravilhosa. – disse tia Gilda entregando o presente a Susan.
- E este vai para a melhor mãe do mundo. – respondeu Susan ainda mais carinhosa.
Vinte e duas horas. O natal se aproximava. Todos nós na casa da tia Gilda. A mesa não era muito grande, mas todos couberam muito bem nela. Mesa retangular. De um lado, eu e Susan, do outro, mamãe e tia Gilda. Em uma das pontas estava Beny bem quieto. A outra ponta estava vazia. Eu imaginava que papai estava ali. Fernando, pai de Susan, não a assumiu e sumiu. Susan não o conhecia. Tia Gilda não se importava onde ele estava. Susan também não. Todos comiam. Susan falava besteira e todos riam. Depois todos voltavam a comer. E o silencia vinha. Eu olhava Beny e sorria. Beny olhava para Susan e sorria. Todos sorriam. Natal combina com sorrisos. Até que chegou o grande momento daquela noite. Era quase meia-noite e estávamos na sala vendo televisão. Cada um pegou os presentes que havia comprado e percebi que eu era quem segurava o número maior de presentes. Todos ficaram surpresos comigo. E começou o troca-troca.
- Este presente vai para minha filha linda e maravilhosa. – disse tia Gilda entregando o presente a Susan.
- E este vai para a melhor mãe do mundo. – respondeu Susan ainda mais carinhosa.

Um comentário:
Benny ficara de boca quando ganhar o presentinho hehehe
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