
Permaneci me perguntando por muito tempo. Às vezes, eu até esquecia os meus outros problemas. Primeiro, perco minha melhor amiga. Depois, perco a confiança na minha própria mãe. Minha melhor amiga me abriu os olhos. Isso me fez pensar. Que motivos teriam levado Susan a me contar isso? Se Susan estivesse realmente de mal comigo, ela esconderia isso de mim. Por outro lado, Susan talvez quisesse me ver de mal com mamãe, quisesse me ver infeliz. Se Susan não me contasse nada, eu nada saberia, logo não ficaria triste. Quem sabe até me reconciliaria com Susan e ficaria feliz. Mas, até mesmo que isso tudo acontecesse, que tudo tivesse sido diferente, eu ainda assim sentiria tristeza. Minha felicidade não era apenas estar ao lado de mamãe e minha melhor amiga. Minha felicidade se completaria com uma pessoa ao meu lado: Beny. Neste caso, eu viveria completamente feliz.
Susan e Beny não podiam ficar mais juntos. Agora era a minha vez de entrar em cena. Quando os ‘pombinhos’ descobriram que menti com relação a doença da professora e do reagendamento da prova, ficaram decepcionados e foram tirar satisfação comigo. Foi incrível. Cheguei em casa e os dois estavam lá, parados, sentados me esperando. Perguntei o que havia acontecido porque fazia muito tempo que não os tinha em minha casa. Eles falaram coisas não muito agradáveis e eu tentava esconder o riso. Eles notaram meu riso e queriam me bater. Quem sabe teria sido melhor para que eu não tivesse usado de tanta maldade para separá-los. Maldade que comparada à que eles faziam comigo, equiparava-se. Eu disse para eles que não sossegaria enquanto os dois não reprovassem na escola. Eles queriam me matar. Disseram que fariam o mesmo comigo. Respondi que eu me aprovaria de qualquer jeito, já não havia mais como rodar. Eles morderam-se. Então, entramos em um acordo. Susan voltaria a falar comigo caso eu deixasse de prejudicá-los na escola. Fizemos este acordo no dia do meu aniversário, dois de novembro. E o acordo foi cumprido de ambos os lados. Susan voltou a falar comigo, não como antes, mas voltou. Eu desisti da idéia de reprová-los e eles não reprovaram. Para eles estava tudo bem. Para mim, não. Eu jamais descansaria enquanto não os visse separados. O lado bom é que eles me garantiram não estarem namorando. Eu gostava de Beny, queria Beny para mim. Faltava aproximação. E este era meu próximo objetivo.
Susan e Beny não podiam ficar mais juntos. Agora era a minha vez de entrar em cena. Quando os ‘pombinhos’ descobriram que menti com relação a doença da professora e do reagendamento da prova, ficaram decepcionados e foram tirar satisfação comigo. Foi incrível. Cheguei em casa e os dois estavam lá, parados, sentados me esperando. Perguntei o que havia acontecido porque fazia muito tempo que não os tinha em minha casa. Eles falaram coisas não muito agradáveis e eu tentava esconder o riso. Eles notaram meu riso e queriam me bater. Quem sabe teria sido melhor para que eu não tivesse usado de tanta maldade para separá-los. Maldade que comparada à que eles faziam comigo, equiparava-se. Eu disse para eles que não sossegaria enquanto os dois não reprovassem na escola. Eles queriam me matar. Disseram que fariam o mesmo comigo. Respondi que eu me aprovaria de qualquer jeito, já não havia mais como rodar. Eles morderam-se. Então, entramos em um acordo. Susan voltaria a falar comigo caso eu deixasse de prejudicá-los na escola. Fizemos este acordo no dia do meu aniversário, dois de novembro. E o acordo foi cumprido de ambos os lados. Susan voltou a falar comigo, não como antes, mas voltou. Eu desisti da idéia de reprová-los e eles não reprovaram. Para eles estava tudo bem. Para mim, não. Eu jamais descansaria enquanto não os visse separados. O lado bom é que eles me garantiram não estarem namorando. Eu gostava de Beny, queria Beny para mim. Faltava aproximação. E este era meu próximo objetivo.











