
Minha mãe estava acostumada com meus sumiços. Quando eu saía para dançar, nem sempre voltava cedo, isso quando eu voltava. Acabava sempre dormindo na casa de algum amigo que morasse mais próximo e no outro dia eu retornava para casa. E eu sempre avisava e com antecedência. Só que dessa vez eu não dormira na casa de nenhum amigo, dormira dentro do carro, no banco de trás, abraçado ao meu mais novo amigo colorido.
Saímos da boate aproximadamente cinco horas da manhã e como Rafael não estava pronto para dirigir devido ao álcool, resolvemos dormir ali mesmo, no carro.
A outra vez que dormi no carro com ele, estávamos em um lugar bem deserto próximo a sua casa. Tínhamos ido a uma pizzaria, comemorar o aniversário dele, vinte de fevereiro. E comemoramos apenas eu e ele, num rodízio de massas que conseguiu ser melhor que a feijoada da mamãe e a comida de domingo da vovó. Comemos bastante e depois de forrarmos o estômago, resolvemos ir para casa de Rafael assistir um filme. Com certeza existiam outras intenções e eu mesmo sabendo disso aceitei o convite. No caminho, ouvimos música na rádio, mas estava tão baixo o volume que podíamos conversar normalmente sem dificuldades para nos entender. Mas, poucas palavras pareciam quererem sair de nossas bocas aquela noite. Talvez estivéssemos cansados.
Fiquei surpreso quando ele parou o carro no meio de um terreno isolado e começou a me beijar. Tirou minha camiseta, decidido. Eu escolhi dessa vez ser guiado aos sentimentos dele, e aos meus também, porque diferentemente da primeira vez no carro, agora eu sentia vontade de tocá-lo, e não só com meus lábios, nem apenas com minhas mãos.
Saímos da boate aproximadamente cinco horas da manhã e como Rafael não estava pronto para dirigir devido ao álcool, resolvemos dormir ali mesmo, no carro.
A outra vez que dormi no carro com ele, estávamos em um lugar bem deserto próximo a sua casa. Tínhamos ido a uma pizzaria, comemorar o aniversário dele, vinte de fevereiro. E comemoramos apenas eu e ele, num rodízio de massas que conseguiu ser melhor que a feijoada da mamãe e a comida de domingo da vovó. Comemos bastante e depois de forrarmos o estômago, resolvemos ir para casa de Rafael assistir um filme. Com certeza existiam outras intenções e eu mesmo sabendo disso aceitei o convite. No caminho, ouvimos música na rádio, mas estava tão baixo o volume que podíamos conversar normalmente sem dificuldades para nos entender. Mas, poucas palavras pareciam quererem sair de nossas bocas aquela noite. Talvez estivéssemos cansados.
Fiquei surpreso quando ele parou o carro no meio de um terreno isolado e começou a me beijar. Tirou minha camiseta, decidido. Eu escolhi dessa vez ser guiado aos sentimentos dele, e aos meus também, porque diferentemente da primeira vez no carro, agora eu sentia vontade de tocá-lo, e não só com meus lábios, nem apenas com minhas mãos.

Um comentário:
Kelvim começou a ficar safada. rs
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