quinta-feira, 6 de agosto de 2009


Quando Rafael parou o carro ali no escuro, pensei, é agora. Dito e feito. Rafael olhou para o lado e ficou me observando sério. Eu perguntei para ele por que havia parado ali se me dissera que iríamos a sua casa. Ele me respondeu que em sua casa não poderíamos fazer barulho e ali éramos apenas eu e ele, e seríamos apenas um se quiséssemos, podendo ficar despreocupados, ninguém iria aparecer naquela noite e estávamos trancados entre quatro portas. Eu sorri e chamei-o de maluco. Ele retrucou dizendo que ele seria maluco só se fosse por mim. Bastou um comentário no momento certo para que eu caísse em seus braços com vontade. Beijamo-nos loucamente mais uma vez e agora eu que me responsabilizei em tirar a camiseta dele. Tiramos toda nossa roupa e pulamos para o banco traseiro. Lá atrás, nos tocamos, foi muito bom. Pude ver seu instrumento, tocá-lo com as mãos e com meus lábios que a cada minuto ficavam mais gulosos e desejavam todo o seu corpo. Ele me chupou todo também. Começou em minha orelha, meu pescoço. Desceu e passou a língua por todo meu peito, abdômen, até que chegou a minhas coxas e meu saco. Nunca sentira tanto tesão antes. E percebi como é bom quando alguém realiza nossos desejos e podemos retribuir. E retribui, como ele merecia. Ficamos um bom tempo assim sentindo o gosto do sexo com a boca e eu não queria que nunca terminasse.

Um comentário:

Wise-Boy disse...

Um, como diz uma pessoa que eu conheço olha a kiboa hauahau. Kelvin assim né? Kelvin safadinho.