
A segunda vez que saímos juntos, eu e Rafael fomos à balada. Eu gostava de sair e dançar. Eu havia saído algumas vezes com meus amigos e nos divertimos a beça todas elas. Eu, pouco bebia. Reveillon e alguns aniversários sentiam-se privilegiados ao me verem bêbado, pois era raro. Também eu não tinha idade, mas os garotos com quem eu andava tinham a mesma quantidade de anos vividos e nem assim se acanhavam. Bebiam em toda festa, pior que fosse, e alguns aceitavam cair no chão e fotografar. Eu saía sobre alguns corpos de vez em quando. E aquele sábado imaginei que não seria muito diferente. Eu e Rafael dançaríamos, ele beberia e depois... Depois voltaríamos para casa... Pensei... Eu não podia o deixar dirigir bêbado! E encasquetei com algo antes que tudo tivesse começado. Como sempre! Parei. Resolvi ignorar as preocupações. E consegui.
O lugar onde fomos era totalmente diferente de todos que já teria ido. Começava pela entrada. Ali tinham muitos homens e poucas mulheres. E agora tinham mais dois garotos. Havia uma fila que num instante sumiu. Pagamos, fomos revistados e já ouvíamos um som forte vindo de dentro. Passamos por um longo corredor escuro. A música cada vez mais alta, penetrava em minha mente e me fazia acelerar os passos. Foi quando percebi uma boate gigante com luzes ofuscantes e muita gente dançando, alguns acanhados nos cantos, outros no meio da pista. Alguns se destacando sobre lugares mais altos, outros em camarotes. Quase todos bebiam e sorriam. Conosco não poderia ser diferente. Eu já estava acostumado com este tipo de lugar. A diferença é que ali tanto mulheres beijavam homens, como homens também se beijavam. Isso quando mulheres não beijavam mulheres, quando mais pareciam garotos, com bonés e calças largas. E descobri que aquele lugar fora reservado para todos. Ali não havia preconceito algum e antes que eu começasse achar que tudo não se passava de um sonho, decidi aproveitar de uma vez a noite.
O lugar onde fomos era totalmente diferente de todos que já teria ido. Começava pela entrada. Ali tinham muitos homens e poucas mulheres. E agora tinham mais dois garotos. Havia uma fila que num instante sumiu. Pagamos, fomos revistados e já ouvíamos um som forte vindo de dentro. Passamos por um longo corredor escuro. A música cada vez mais alta, penetrava em minha mente e me fazia acelerar os passos. Foi quando percebi uma boate gigante com luzes ofuscantes e muita gente dançando, alguns acanhados nos cantos, outros no meio da pista. Alguns se destacando sobre lugares mais altos, outros em camarotes. Quase todos bebiam e sorriam. Conosco não poderia ser diferente. Eu já estava acostumado com este tipo de lugar. A diferença é que ali tanto mulheres beijavam homens, como homens também se beijavam. Isso quando mulheres não beijavam mulheres, quando mais pareciam garotos, com bonés e calças largas. E descobri que aquele lugar fora reservado para todos. Ali não havia preconceito algum e antes que eu começasse achar que tudo não se passava de um sonho, decidi aproveitar de uma vez a noite.

Um comentário:
A balada é uma coisa totalmente Alegre... amo mas wise ficará um tempo sem ir.
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